janeiro 7, 2026
janeiro 7, 2026
07/01/2026

Itaú demite mais de mil funcionários que atuavam em home office por baixa produtividade

Demissões em massa no Itaú indicam que home office está

O Itaú, maior instituição bancária do Brasil, demitiu mais de mil trabalhadores que estavam em regime de home office, alegando desempenho abaixo do esperado e descumprimento da jornada de trabalho. A medida seguiu a tendência global de retorno ao trabalho presencial em grandes empresas como Microsoft, Dell e JP Morgan.

Para justificar as demissões em massa, o banco monitorou a produtividade dos funcionários remotos, analisando o uso do computador, cliques, abertura de abas, tarefas realizadas e chamados feitos. O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região questionou a transparência das decisões do Itaú.

A instituição afirmou que os funcionários em home office não cumpriam o horário de trabalho estabelecido, o que ia contra os princípios de confiança do banco. As demissões foram vistas como uma forma de preservar a cultura e a relação de confiança com clientes e colaboradores.

O sindicato criticou a demissão em massa, argumentando que a vigilância digital não deveria ser usada de forma abusiva. Com o fim da pandemia, empresas ao redor do mundo estão reavaliando o home office e muitas estão optando por fazer os funcionários voltarem aos escritórios.

Empresas como Novo Nordisk e Amazon já determinaram o retorno dos colaboradores para otimizar o trabalho. Outras gigantes como Google, Amazon, Goldman Sachs e Apple também estão adotando medidas semelhantes.

Jeff Bezos, da Amazon, decidiu que os funcionários devem voltar aos escritórios em tempo integral. Startups também estão adotando jornadas mais intensas, como o 996, devido à alta competitividade do mercado.

Foto: Divulgação / Internet

 

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