Nesta sexta-feira (13), a Universidade Federal Fluminense (UFF) oficializa o início da preparação para a 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), evento que ocorrerá em Niterói de 26 de julho a 1º de agosto de 2026. A cerimônia de lançamento será realizada no Teatro Popular Oscar Niemeyer e marcará o começo das ações e mobilizações para a edição, que promete reunir até 50 mil participantes de diversos setores.
A realização do encontro na cidade inaugura uma nova fase na história da SBPC, sendo a primeira vez que Niterói recebe o evento. Essa escolha ressalta o protagonismo da UFF na promoção do debate sobre temas ligados à ciência, educação e inovação, além de evidenciar a relevância de Niterói como centro de discussões científicas e acadêmicas no Brasil. A reunião, reconhecida como o principal evento científico da América Latina, também representa uma oportunidade de integrar acadêmicos, estudantes, pesquisadores e o público em geral em uma programação ampla voltada ao fortalecimento do diálogo entre ciência e sociedade.
Durante o lançamento, será apresentada a identidade visual do evento, além do edital para a criação do mascote oficial, que contará com a participação de docentes, estudantes, funcionários da UFF e moradores de Niterói. Os projetos serão avaliados por uma comissão e, posteriormente, submetidos à votação popular nas redes sociais da universidade e da prefeitura, sendo eleito aquele que conseguir maior apoio popular.
Autoridades acadêmicas e municipais confirmaram presença na cerimônia, incluindo o reitor da UFF, Antonio Claudio da Nóbrega, o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, a presidente da SBPC, Francilene Procópio Garcia, e a presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), Caroline Alves da Costa. A presença desses representantes reforça a importância do evento para o município e para o cenário científico nacional.
A realização do evento em Niterói deve promover impactos sociais, culturais e econômicos, ao atrair visitantes e estimular o intercâmbio entre a comunidade científica e a população local. A expectativa é que a edição de 2026 amplie a participação popular e aproxime ainda mais o público do debate científico, reforçando o papel estratégico da produção científica para o desenvolvimento do país.
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