março 30, 2026
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30/03/2026

Movimento de Mulheres em São Gonçalo celebra 37 anos com seminário sobre direitos reprodutivos

O Movimento de Mulheres em São Gonçalo (MMSG) prepara-se para celebrar, no dia 16 de março, seus 37 anos de atuação na defesa dos direitos das mulheres na cidade. Fundado em 1989, o grupo tem uma história marcada por ações de acolhimento, incentivo à cidadania e combate às formas de violência e desigualdade de gênero.

Segundo a coordenadora do movimento, Marisa Chaves, o aniversário representa mais do que uma trajetória de resistência coletiva. É também uma oportunidade de reforçar o compromisso com a luta por políticas públicas que promovam autonomia, dignidade e justiça para as mulheres de São Gonçalo. “A história do MMSG nasce do desejo de enfrentar desigualdades e violências, sempre com foco na proteção e na promoção dos direitos femininos”, afirma a gestora.

Para marcar a data, a organização realizará no dia seguinte, 17 de março, às 13h30, no auditório do próprio movimento, um seminário dedicado ao tema “Os impactos na vida das mulheres na ausência de justiça reprodutiva”. O evento reunirá especialistas, profissionais de diversas áreas e interessados na questão para promover debates sobre direitos reprodutivos e acesso à saúde, analisando os obstáculos enfrentados pelas mulheres na busca por seus direitos.

O seminário contará com a participação de Marisa Chaves, Fátima Cidade (vice-diretora do movimento), a assistente social Flávia Cristina e o advogado Denilson Freitas, que oferecerão diferentes perspectivas sobre justiça reprodutiva, direitos e políticas públicas. A iniciativa também promoverá uma ação solidária, na qual os participantes poderão contribuir com 1 kg de alimento não perecível, cuja doação será destinada a gestantes em situação vulnerável atendidas pela instituição.

De acordo com Marisa Chaves, discutir o tema da justiça reprodutiva é fundamental diante dos desafios enfrentados por muitas mulheres em relação aos direitos básicos. Ela destaca a importância de fortalecer políticas públicas, ampliar o acesso à informação, saúde e autonomia sobre os corpos femininos como passos essenciais para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. O movimento reafirma seu compromisso de continuar atuando na transformação de realidades e na defesa dos direitos femininos.


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