Niterói enfrenta nesta quarta-feira (25) um dos maiores congestionamentos registrados na sua rede viária, evidenciado pelo acúmulo de veículos nas principais vias. O problema é resultado da combinação de trânsito intenso proveniente de municípios vizinhos, como São Gonçalo, Maricá e Itaboraí, aliado ao fluxo em direção ao Rio de Janeiro. Além da alta demanda, um acidente na Avenida do Contorno (BR-101) agravou as condições de circulação, interrompendo parcialmente o tráfego na região.
De acordo com monitoramento recente, o tráfego na cidade está altamente congestionado, especialmente nas avenidas Roberto Silveira, em Icaraí, que apresenta lentidão total no sentido da Ponte, refletindo o movimento de veículos provenientes de outros municípios. Situação semelhante é observada na Avenida Jansen de Melo e na Marquês do Paraná, onde a densidade de automóveis chega a saturar a capacidade das vias. Essa situação impacta especialmente quem tenta acessar a capital estadual.
A Avenida do Contorno, no bairro Barreto, apresenta o ponto mais crítico, especialmente para quem vem de São Gonçalo e Região dos Lagos. Um acidente ocorrido por volta das 7h11, no km 321,1 da BR-101, interditou a faixa esquerda no sentido Rio de Janeiro e provocou uma fila de cerca de 12 quilômetros, que se estende do km 309 até o 321. O trânsito lento foi agravado pelo horário de pico e pelo fluxo regular de veículos nesse trecho.
Na travessia da Ponte Rio-Niterói, o tempo de viagem no sentido Rio atingiu 25 minutos às 7h30, com retenções desde os acessos ao Mocanguê até a saída para o Gasômetro. Em contrapartida, o movimento na direção Niterói permanece normal, com previsão de travessia de aproximadamente 13 minutos. Atualmente, os principais pontos de congestionamento incluem a Avenida Roberto Silveira, a ponte em si e o acesso ao bairro Mocanguê.
As avaliações indicam que o trânsito deve permanecer complicado ao longo do dia, com reflexos diretos nos acessos à ponte, fluxo nos principais corredores da cidade e na BR-101. As autoridades de trânsito seguem apontando para a necessidade de cautela e planejamento para minimizar os impactos das operações no trânsito local.
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