Na última sessão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), a eleição de Douglas Ruas para a presidência da Casa foi marcada por irregularidades e controvérsias. O pleito, considerado por diversos observadores como repleto de erros, gerou questionamentos sobre a legitimidade do processo.
A composição da Mesa Diretora, formada por aliados de Ruas, também foi alvo de críticas, devido à aparente falta de critérios claros entre alguns parlamentares, levantando dúvidas sobre o nível de entendimento dos envolvidos. Além disso, há suspeitas de que a tentativa de acelerar a votação por meio de estratégias pouco convencionais possa ter contado com a conivência de elementos internos, talvez até para prejudicar a candidatura do eleito.
A cerimônia de posse contou com manifestações de júbilo por parte de deputados alinhados à direita, que celebraram a vitória de Ruas como um passo importante para seus interesses políticos. No entanto, o momento oficial de registro da posse revelou um ambiente pouco organizado, com várias deputadas precisando questionar a distribuição de espaço para garantir a visibilidade das mulheres na foto oficial, incluindo nomes como Gisele Monteiro, Lucinha e Célia Jordão.
Nos bastidores, também foram discutidas estratégias de campanha para as próximas eleições estaduais. Recentemente, representantes do PSOL, incluindo William Siri e Talíria Petrone, tiveram uma reunião para definir o calendário de pré-candidaturas, com o partido planejando oficializar Siri como concorrente ao Governo do Rio em 11 de abril. No momento, as ações ainda estão sendo alinhadas, e o cenário político permanece em desenvolvimento.
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