Pessoas com mais de 60 anos no Rio de Janeiro têm acesso a programas gratuitos de extensão universitária destinados a promover saúde e integração social, sem necessidade de passar por vestibulares tradicionais. Essas iniciativas possibilitam a participação de idosos no ambiente acadêmico, ampliando oportunidades de aprendizado e convivência.
Dentre esses programas, destaca-se a Universidade de Educação, Tecnologia e Inovação (UnATI) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). A UnATI oferece centenas de vagas em cursos de idiomas, oficinas corporais, aulas de informática, além de grupos de coral e dança. Essas atividades são realizadas nos campi do Maracanã e da Baixada Fluminense, com o objetivo de fortalecimento da autonomia e cidadania dos participantes. Para ingressar, basta que a pessoa tenha mais de 60 anos e acompanhe os editais semestrais divulgados pela instituição.
Outras instituições públicas e privadas na capital e na região metropolitana mantêm núcleos de extensão voltados à terceira idade, com gratuidade total. O governo do estado apoia essas parcerias para ampliar o acesso ao conhecimento e promover a inclusão social. As vagas, que são limitadas, geralmente são preenchidas por ordem de chegada ou por meio de sorteio público realizado anualmente.
As universidades federais e estaduais do Rio de Janeiro, como UFRJ, UFF, UNIRIO e a própria UERJ, oferecem processos seletivos simplificados para inscrição nesses cursos livres. As inscrições, que ocorrem no início de cada semestre, podem ser feitas presencialmente ou online, facilitando a participação de quem deseja aprimorar conhecimentos ou adquirir novas habilidades. A maioria dessas opções não exige comprovação de escolaridade anterior.
Para quem planeja ingressar nesses programas, o mais importante é verificar os cronogramas de inscrição, horários disponíveis e a localização das unidades. Cada instituição apresenta uma oferta distinta de atividades, adaptadas às necessidades de seus públicos, contribuindo de forma significativa para a inclusão social, além de promover melhorias na saúde mental e na qualidade de vida dos idosos.
Essas experiências de estudo estimulam a convivência intergeracional e ajudam na prevenção de doenças cognitivas, ao mesmo tempo em que criam redes de amizade, combatendo o isolamento. Os espaços universitários na cidade oferecem infraestrutura acessível, incluindo bibliotecas e áreas culturais, favorecendo o desenvolvimento integral dos participantes.
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