O América Futebol Clube teve sua marca penhorada em decorrência de uma decisão judicial no Rio de Janeiro, relacionada a uma ação movida pelos familiares de um jovem atleta que morreu após ser atingido por um raio durante um treinamento em dezembro de 1996. A decisão foi emitida pelo desembargador Álvaro Henrique Teixeira de Almeida, atendendo a um recurso apresentado pelos parentes da vítima, que era menor na época do incidente.
O episódio ocorreu no campo do clube, localizado na Estrada dos Bandeirantes, em Jacarepaguá, na Zona Oeste da capital fluminense. Segundo a avaliação do magistrado, a marca do América pode ser utilizada como um ativo econômico para assegurar o pagamento das obrigações judiciais decorrentes do processo. A decisão não impede a continuidade das atividades essenciais do clube, garantindo sua operação regular.
Com essa medida, a marca do América poderá ser empregada como um bem econômico na execução da dívida, buscando ressarcimento à família do atleta após quase três décadas do ocorrido. A decisão judicial representa uma etapa importante na cobrança e na tentativa de reparação pelo caso.
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