A perda de estrogênio durante a menopausa provoca uma redução significativa na densidade óssea das mulheres brasileiras, aumentando o risco de fraturas. Para evitar essa vulnerabilidade, especialistas recomendam atenção à alimentação e à prática de hábitos que promovam a saúde óssea.
Manter uma dieta equilibrada, com foco em alimentos ricos em cálcio e fósforo, é fundamental para fortalecer o esqueleto. Derivados lácteos e vegetais de folhas escuras estão entre as principais fontes desses minerais, que ajudam na reconstrução do tecido ósseo. Uma alimentação variada assegura também o aporte de micronutrientes essenciais nesse processo.
A vitamina D desempenha papel crucial na absorção do cálcio pelo organismo. Ela atua facilitando a entrada do mineral nas células intestinais e sua posterior incorporação aos ossos. Níveis adequados de vitamina D podem ser mantidos por meio de exposição solar controlada, consumo de peixes gordos, suplementação sob orientação médica e exames periódicos de sangue.
Outros nutrientes, como magnésio e vitamina K2, colaboram na formação e manutenção da matriz óssea. Esses componentes auxiliam na correta incorporação de minerais na estrutura óssea, sendo facilmente encontráveis em produtos disponíveis no mercado brasileiro.
A prática regular de exercícios de impacto moderado também contribui para a saúde óssea. Caminhadas, musculação e atividades que estimulam os osteoblastos ajudam a fortalecer músculos e articulações, além de prevenir quedas e facilitar a manutenção da autonomia.
Por fim, recomenda-se que mulheres façam acompanhamento médico preventivo, incluindo exames de densitometria óssea, especialmente após o período do climatério. A detecção precoce de perdas minerais possibilita intervenções que retardam o desenvolvimento de fragilidade óssea, promovendo maior longevidade e qualidade de vida.
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