abril 28, 2026
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28/04/2026

Condomínio Nair em Laranjeiras enfrenta protestos por má conservação e problemas administrativos

No dia 8 de abril, moradores do Condomínio Edifício Nair, situado na Rua São Salvador, nº 105, bairro de Laranjeiras, na Zona Sul do Rio de Janeiro, realizaram manifestações questionando o estado de conservação do edifício e questões administrativas relacionadas à gestão.

De acordo com relatos enviados ao DIÁRIO DO RIO, os condôminos apontaram problemas como dependências sujas, insegurança, elevador fora de funcionamento e porteiro eletrônico com defeito. Outros pontos levantados incluíram um portão de entrada mal conservado e uma interrupção no abastecimento de água em um dos blocos por mais de 15 dias.

A administração do condomínio afirmou, em nota oficial, que o edifício atende às normas de segurança e manutenção. Segundo a nota, o prédio conta com um sistema de monitoramento composto por 20 câmeras operacionais e portaria trancada. A administração também declarou que uma câmera de segurança do elevador foi danificada propositalmente por um dos manifestantes, fato registrado pela polícia.

Ainda na nota, a administração garantiu que todos os andares e a garagem possuem equipamentos de combate a incêndio revisados por empresa especializada, em conformidade com as normas do Corpo de Bombeiros. Quanto às alegações de cobrança de valores por meio de Pix em contas pessoais, a gestão esclareceu que as cobranças são realizadas de forma transparente, com boletos emitidos em nome do condomínio e os balancetes disponibilizados mensalmente aos moradores, incluindo atas de assembleias.

Sobre as informações de suposta falta de água na edificação, a administração afirmou que apenas a unidade 602 apresenta problema de fornecimento devido a uma determinação judicial relacionada a vazamentos de esgoto responsáveis por danos estruturais. As caixas d’água e procedimentos de dedetização são realizados semestralmente.

Em relação à foto enviada pelos protestantes, o condomínio esclareceu que a imagem mostra um acesso técnico à casa de máquinas, não uma saída de emergência obstruída. Também afirmaram que os portões eletrônicos e elevadores estão com contratos de manutenção em dia.

Por fim, a administração do Edifício Nair revelou que os principais reclamantes possuem débitos financeiros desde 2024, atualmente sob cobrança judicial. Segundo eles, há registros de sabotagens, como entupimento proposital de esgoto e corte de cabos de segurança. A síndica, uma idosa, tem sido alvo de ameaças e agressões, situação que o condomínio planeja enfrentar nas esferas cível e criminal. A nota finalizava reafirmando o compromisso com uma gestão transparente e adequada à manutenção do edifício.


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