A Polícia Federal apreendeu mais de R$ 500 mil em dinheiro vivo na residência de um policial civil durante a operação Sem Refino, realizada nesta sexta-feira no Rio de Janeiro. A quantia estava guardada em caixas de sapato, indicando a tentativa de ocultação de recursos.
A operação investiga um suposto esquema de fraudes fiscais e lavagem de dinheiro envolvendo a Refit, antiga Refinaria de Manguinhos. Autoridades suspeitam que o grupo utilizado mecanismos para dificultar cobranças fiscais e esconder bens patrimoniais.
O dinheiro foi localizado na casa de Maxwell Moraes Fernandes, policial civil ligado às investigações. Uma das caixas continha uma anotação manuscrita: “o que é bom a gente guarda”. Além do policial, o empresário Ricardo Magro, também associado à Refit, foi alvo das ações policiais. A Polícia Federal solicitou a inclusão do nome de Magro na lista vermelha da Interpol, pois acredita que o empresário esteja no exterior.
A operação resultou ainda no bloqueio de bens e ativos financeiros dos suspeitos, totalizando bilhões de reais. As ações continuam em andamento, com foco na apuração de todas as irregularidades relacionadas ao esquema.
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