Nesta semana, o surfista colombiano Thomás Rovira recebeu alta hospitalar após tratamento por uma grave lesão na coluna ocorrida durante uma competição na Praia de Itacoatiara, em Niterói. A recuperação surpreendeu a equipe médica e foi comemorada por familiares, amigos e membros da comunidade esportiva.
Rovira, de 24 anos, sofreu um impacto na coluna durante uma etapa do Itacoatiara Pro, realizado na Região Oceânica da cidade, no último dia 23 de maio. Após ser atendido pelos salva-vidas, o atleta foi encaminhado ao Hospital Estadual Azevedo Lima, onde permaneceu internado por vários dias. Exames indicaram uma fratura na coluna com compressão da medula espinhal, o que comprometia parcialmente os movimentos das pernas.
A evolução do quadro foi divulgada pelos seus contatos próximos, que relataram a realização de duas cirurgias, sendo uma de descompressão na medula e outra de estabilização da vértebra, com o uso de hastes e parafusos. A cirurgia, realizada na quinta-feira passada, teve como objetivo reforçar a fixação na região afetada. Segundo a informação, Thomás conseguiu recuperar a mobilidade de forma inesperada.
A própria acompanhante do atleta, Luiza Athayde, demonstrou gratidão e esperança nas redes sociais, destacando o impacto positivo dos procedimentos médicos. Ela ressaltou que o ocorrido era considerado extremamente grave e ressaltou a surpresa diante da melhora, atribuindo a recuperação a um milagre — expressão usada por ela para celebrar o fato de Rovira estar caminhando com maior segurança.
Desde o acidente, uma rede de apoio e solidariedade foi mobilizada na comunidade de Niterói e no meio do esporte internacional. Múltiplas mensagens de incentivo e campanhas de oração reforçaram a união em torno de seu processo de reabilitação.
Atualmente, o atleta inicia uma fase de cuidados pós-operatórios, incluindo fisioterapia e acompanhamento médico contínuo. A expectativa é de que o processo de recuperação prossiga de forma regular, levando em consideração a gravidade do trauma sofrido.
A trajetória de Rovira permanece em fase de transição, marcada por esperança e apoio coletivo. Seus próximos passos envolvem continuidade no tratamento remoto do hospital, enquanto aguarda a completa recuperação para retomar suas atividades esportivas.
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