A Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro removeu a proteção de segurança institucional destinada à ex-primeira-dama e aos filhos do ex-governador Cláudio Castro, após decisão judicial que suspendeu partes do decreto assinado pelo político. A medida também afetou a estrutura que oferecia escolta adicional a esses familiares, composta por três veículos blindados e uma equipe de 24 policiais, operando em regime de escala de 24 horas por 72 horas, com custo estimado de aproximadamente R$ 900 mil mensais.
Segundo informações do governo estadual, Castro continuará recebendo escolta pessoal enquanto durar o período previsto por lei, de até quatro anos. No entanto, a segurança institucional específica voltada à ex-primeira-dama e aos filhos foi interrompida, seguindo a determinação judicial.
A decisão foi tomada após o entendimento de que o decreto permitia uma ampliação dos benefícios de proteção além dos limites legais, estendendo a segurança a familiares do ex-governador. Assim, a segurança pública agora contempla apenas o ex-governador, sem abranger seus familiares. O caso reacendeu debates sobre o custo do serviço de proteção e o alcance do atendimento pelo Estado a ex-chefes do Executivo estadual.
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