O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, decidiu pela concessão de prisão domiciliar ao pastor Márcio Poncio, investigado por supostas ligações com atividades ilícitas. A decisão foi tomada após análise do estado de saúde do investigado e da condição de gravidez de sua esposa.
Poncio havia sido preso em operação da Polícia Federal iniciada em 2 de julho, durante a qual foram cumpridos mandados relacionados a uma apuração envolvendo lavagem de dinheiro, contrabando de cigarros e jogo do bicho na cidade do Rio de Janeiro. A investigação aponta para uma organização criminosa com vínculos com funcionários públicos e parlamentares locais.
A ação também resultou na prisão de outros suspeitos, como o bicheiro Adilsinho, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Rodrigo Bacellar, e o ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella. A PF aponta Adilsinho como líder de um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo empresas de cigarros e contrabando. Os trabalhos continuam para esclarecer detalhes do ilícito e verificar a participação de outros envolvidos.
Atualmente, o caso permanece sob investigação, com a expectativa de que novas informações sejam reveladas nos próximos passos do processo.
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