agosto 11, 2026
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11/08/2026

Foragido há seis meses, principal suspeito da morte de vigilante em Niterói ainda não foi localizado

Um suspeito principal de um homicídio ocorrido há quase seis meses permanece foragido. Marcelo São Paio de Figueiredo, proprietário da empresa de segurança Flystar Segurança, é investigado pela Polícia Civil como responsável pelo crime que resultou na morte do vigilante Maximiliano Pina Júlio, de 41 anos, ocorrido em fevereiro no Horto do Fonseca, em Niterói.

A Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG) afirma que as buscas pelo empresário continuam, com equipes empenhadas em cumprir o mandado de prisão expedido pela Justiça. No mês seguinte ao ocorrido, uma audiência de instruções foi realizada na 3ª Vara Criminal de Niterói. Na ocasião, apenas Bruno Cordeiro Gomes de Souza, também vigilante da mesma empresa, participou. Ele é considerado coautor no crime junto com Marcelo.

As ordens de prisão temporária pelos suspeitos foram convertidas em prisões preventivas. Uma nova audiência está agendada para o final de setembro, com a expectativa de avançar nas investigações. Marcelo possui passagem anterior pelo sistema penitenciário, devido a uma condenação por homicídio em 2014, mas encontra-se em liberdade, tendo cumprido o prazo determinado na época. O processo relacionado ainda tramita na Justiça, na fase de inquérito.

Segundo informações da Polícia Civil, Maximiliano saiu de sua residência em Inoã, Maricá, na manhã do dia 21 de fevereiro, para trabalhar no Horto do Fonseca. Câmeras de segurança captaram sua chegada ao local, em sua motocicleta, e registros indicam que ele comunicou o início do expediente por mensagens enviadas a grupos internos da empresa. Entretanto, a investigação revela que a vítima foi morta dentro do próprio recinto de trabalho.

Imagens também mostram Bruno e Marcelo removendo o corpo de Maximiliano do local, embora seu corpo ainda não tenha sido localizado até o momento. A polícia apura o paradeiro dele há meses, sem sucesso.

Nesta segunda-feira, o Disque Denúncia lançou um cartaz apoiando a investigação, solicitando informações que possam levar à prisão de Marcelo. O órgão reforça que qualquer pessoa que tenha dados sobre o suspeito pode fazer contato pelo telefone (21) 2253-1177, com garantia de anonimato.


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