agosto 11, 2026
agosto 11, 2026
11/08/2026

Foragido, suspeito de homicídio, é procurado após desaparecimento de vigilante em Niterói

Família de vítima aguarda por informações sobre desaparecimento de corpo desde fevereiro

Familiares de Maximiliano Pina Júlio, vigilante de 41 anos, seguem buscando por respostas e aguardando a localização de seu corpo, desaparecido desde fevereiro. O caso está sob investigação da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNISG), que busca capturar Marcelo São Paio do Nascimento, de 49 anos, considerado foragido e suspeito envolvido na morte do profissional.

Marcelo é procurado após a divulgação de um cartaz pelo Disque Denúncia, que visa colher informações para sua prisão. Ele teria ligação com o homicídio ocorrido na manhã do dia 21 de fevereiro, durante seu expediente na Alameda São Boaventura, em Niterói. O vigilante, contratado pela empresa Flystar Segurança E Vigilância, foi dado como desaparecido ao não retornar para casa após o plantão. As investigações indicam que ele foi morto no local de trabalho, e seu corpo foi posteriormente ocultado.

As câmeras de segurança filmaram suspeitos no dia do crime colocando o que aparenta ser o corpo de Maximiliano dentro de um veículo da mesma empresa de segurança. Confrontados com registros do Centro Integrado de Segurança Pública de Niterói, policiais constataram que o automóvel pertence a uma firma cujo proprietário é Marcelo. As investigações continuam para esclarecer o motivo do crime, que pode estar relacionado a questões trabalhistas.

Marcelo possui mandado de prisão preventiva emitido pela 3ª Vara Criminal de Niterói por homicídio qualificado, fraude processual e ocultação de cadáver. Em março, outro suspeito, Bruno Cordeiro Gomes de Souza, de 37 anos, foi preso na Região Metropolitana do Rio, em cumprimento a mandado relacionado ao caso. Marcelo tem antecedentes criminais, incluindo uma prisão por homicídio em 2014, mas está atualmente em liberdade.

Até o momento, as buscas pelo corpo continuam, e a justiça mantém o foco na apreensão dos suspeitos. A polícia solicita a colaboração da população através dos canais de denúncia, garantindo anonimato a quem fornecer informações. Novos desdobramentos dependem de avanços nas investigações.


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