Uma criança de dois anos passou por um episódio de quase afogamento durante uma aula de natação na Academia Upper, situada no bairro do Flamengo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O incidente ocorreu na última quarta-feira, por volta das 16h30, e motivou a mãe da menina, uma funcionária pública de 40 anos, a ingressar na Justiça contra a instituição. Um boletim de ocorrência também foi registrado. A garota está fora de perigo.
De acordo com a mãe, a criança estava em uma plataforma instalada na piscina enquanto os instrutores acompanhavam o restante do grupo de alunos. Em determinado momento, a menina teria ficado sozinha dentro da água, sem que os responsáveis percebessem imediatamente a situação. A tia da criança, que também estava no local, pulou na piscina de tênis para retirá-la do ambiente aquático.
A mãe criticou a resposta da equipe, alegando que os profissionais demonstraram falta de preparo. Ela destacou que a demora na intervenção poderia ter causado consequências irreversíveis, caso a tia não tivesse agido rapidamente.
Em nota, a Academia Upper informou que a menina entrou na piscina de forma inesperada, enquanto a responsável pelo monitoramento estava dentro da água com outro aluno. Segundo a instituição, logo que a situação foi percebida, um familiar do criança gritou e pulou na piscina para socorrê-la, antes que a professora pudesse atuar.
A academia afirmou ainda que a criança foi retirada da água consciente e responsiva, sem sinais visíveis de afogamento ou alterações clínicas. De acordo com o posicionamento oficial, ela permaneceu na atividade por alguns minutos e deixou a piscina posteriormente, a pedido do pai.
Por fim, a instituição reforçou que a segurança e o bem-estar dos alunos são prioridades e que a equipe acompanhou prontamente o episódio. A academia permanece à disposição para esclarecimentos, dentro dos registros disponíveis.
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