Na manhã desta quinta-feira, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro realizou uma reunião com os líderes das bancadas para discutir o cenário político que se configura após a cassação de Rodrigo Bacellar e a vacância na presidência da Casa. O presidente interino, Guilherme Delaroli, anunciou a convocação de uma eleições para definir o novo comando do Legislativo estadual, em meio às turbulências causadas pela crise que afeta o estado.
A convocação ocorre em um momento de reordenamento político, após a decisão do Tribunal Superior Eleitoral de que a cassação de Bacellar possui efeito imediato, o que resultou na abertura oficial de uma nova disputa pelo cargo de presidente da Alerj. Essa medida abriu espaço para uma reorganização interna no parlamento, agravando o cenário de instabilidade já existente na política estadual.
A disputa tem gerado tensões internas, com o PSD sinalizando intenção de levar o processo a judicializações, o que aumenta a complexidade do momento. A legenda busca manter sua participação tanto na escolha do novo presidente da Assembleia quanto na definição do nome para o mandato provisório do governo estadual, após a renúncia de Cláudio Castro.
O líder estadual do PSD, o deputado federal Pedro Paulo, reafirmou a intenção do partido de atuar ativamente nas duas eleições, ressaltando a necessidade de cumprir decisões judiciais e indicando que há uma candidatura prévia do grupo político para a presidência da Alerj e para o mandato-tampão. Essa postura demonstra o interesse da legenda em influenciar o novo alinhamento de forças no cenário político do Rio de Janeiro.
No entanto, há ainda debates internos na Assembleia sobre possíveis adiamentos do processo eleitoral, refletindo a complexidade e a confusão que predominam no atual momento político da região. A situação segue em constante evolução e deve continuar a moldar o futuro político estadual.
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