Uma aranha-lobo foi registrada em uma área de vegetação no Aterro do Cocotá, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio. A espécie, conhecida por seu comportamento de caça ativo, foi fotografada no gramado próximo à Rua Pajuçara.
Essas aranhas, pertencentes à família Lycosidae, apresentam padrão de listras contrastantes no cefalotórax, a parte anterior do corpo, e vivem entre plantas e no solo. Diferentemente de outras aranhas que utilizam teias, as aranhas-lobo buscam suas presas no chão, contribuindo para o controle natural de insetos em jardins e áreas verdes.
Apesar de sua aparência muitas vezes assustadora, ela não representa risco significativo à saúde humana. Seu veneno possui baixa toxidade, e casos de picadas geralmente provocam apenas sintomas leves, como dor pontual, vermelhidão, inchaço e coceira passageira. Reações mais severas, como descamação ou feridas superficiais, são raras.
Em caso de picada, recomenda-se lavar imediatamente o local com água e sabão neutro, além de aplicar compressas frias para aliviar o desconforto e diminuir o inchaço. Manter a região elevada pode ajudar no controle do inchaço.
É fundamental monitorar a evolução dos sintomas e procurar assistência médica caso ocorram reações incomuns, como tontura, náusea ou aumento da dor. Em situações de agravamento, a orientação especializada é essencial.
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