O Botafogo foi mais uma vez penalizado pela FIFA com a imposição de um transfer ban, o que impede o clube de registrar novos atletas durante três janelas de transferência. A punição decorre de uma dívida relacionada à não quitação do valor pela transferência do atacante Rwan Cruz, que foi negociado com o Ludogorets, da Bulgária.
Segundo os registros, Rwan Cruz chegou ao clube em 2025, por uma quantia de 8 milhões de euros, equivalente a aproximadamente R$ 48,3 milhões na cotação na época. O centroavante atuou em 14 jogos pelo Botafogo e marcou duas vezes antes de ser emprestado ao Real Salt Lake, nos Estados Unidos. Posteriormente, foi devolvido ao Ludogorets.
Antes dessa punição da FIFA, o clube já havia sido punido pela Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) em relação ao não pagamento de uma parcela do acordo com o clube búlgaro, referente a março. Como consequência, o Botafogo ficou impedido de registrar novos jogadores na CBF por um período de seis meses.
Em nota oficial publicada na data da penalização, o Botafogo reconheceu “possíveis punições semelhantes que podem surgir em breve” e mencionou a existência de diversas outras dívidas que também podem gerar novas punições no futuro. Além do débito com o Ludogorets, o clube possui pendências financeiras que, até o momento, ainda não foram resolvidas.
Essa é a terceira restrição de transferências recebida pelo Botafogo na temporada. Anteriormente, o clube havia sido punido por uma dívida com o Atlanta United, dos Estados Unidos, relacionada à contratação do meia argentino Thiago Almada. Um acordo de pagamento foi firmado nessa ocasião para sanar o débito.
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