O Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro ampliou sua programação educativa com novas iniciativas voltadas a crianças, jovens e famílias. Essas ações fazem parte do projeto CCBB Educativo – Lugares de Culturas, que agora apresenta laboratórios artísticos inéditos, integrados às exposições em exibição.
As atividades propõem uma combinação de criatividade e aprendizagem, incentivando a experimentação com técnicas como fotografia, gravura e aquarela. Dessa forma, os participantes podem explorar diferentes formas de expressão artística, estimulando a imaginação e o desenvolvimento de habilidades criativas.
Entre as novidades, estão três novos laboratórios desenvolvidos por uma equipe especializada de arte-educadores. O primeiro, inspirado na exposição “A olho nu” de Vik Muniz, propõe uma experiência com cianotipia, uma técnica fotográfica que utiliza a luz para formar imagens. Os interessados podem participar de sessões de observação, descoberta e experimentação, que ocorrem aos sábados e feriados às 15h e 17h, aos domingos às 11h, 15h e 17h, no Ateliê Aberto do centro, para público a partir de 9 anos.
Outro laboratório, baseado na exposição “Yoshitaka Amano – Além da Fantasia”, oferece uma atividade de gravura japonesa, a técnica Ukiyo-e. Os participantes criam personagens utilizando matrizes feitas com partes do corpo humano, estimulando a narrativa visual. Essas sessões acontecem também aos sábados, feriados e domingos, a partir de 7 anos.
A terceira proposta utiliza aquarela para estimular a criação de personagens fantasiosos, a partir da mesma exposição. Os participantes aprendem a combinar cores, formas e a construir seres que transitam entre o mundo real e o imaginário, com sessões em horários semelhantes às outras atividades.
A programação também contempla sessões regulares de contação de histórias, voltadas à valorização de diversas culturas e tradições brasileiras e estrangeiras. Algumas narrativas destacadas incluem histórias japonesas relacionadas às obras de Yoshitaka Amano, lendas que representam símbolos como a deusa solar Amaterasu, além de contos inspirados na cultura do Pará, no povo Iny (Karajá) e no folclore brasileiro, com participação livre no Ateliê Aberto.
Ainda na agenda, estão atividades voltadas à criatividade de diferentes faixas etárias, como a transformação de desenhos em tatuagens temporárias, teatro de sombras, narrativas históricas, experiências musicais e leituras interativas. Crianças e adultos também podem participar de caças ao tesouro cultural e de visitas mediadas às exposições em cartaz, que atualmente incluem mostras de Vik Muniz e Yoshitaka Amano.
As visitas guiadas acontecem às quartas, quintas, sextas e fins de semana, com possibilidades de atividades sensoriais e inclusivas aos domingos de manhã, mediante agendamento prévio. O centro funciona de quarta a segunda-feira, das 9h às 20h, e todas as atividades são gratuitas, reforçando o compromisso de democratizar o acesso à cultura e arte.
As informações sobre a programação e agendamento estão disponíveis no site do centro, que também oferece contato por telefone e e-mail para dúvidas ou orientações adicionais.
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