O Pantanal Iguaçuano, uma área de grande biodiversidade localizada na Baixada Fluminense, mantém-se como uma das joias naturais menos exploradas do Rio de Janeiro. Situado na divisa entre Nova Iguaçu e Seropédica, na Área de Proteção Ambiental do Rio Guandu, esse ecossistema caracteriza-se por suas várzeas, lagoas e cursos d’água que remetem às paisagens do famoso Pantanal brasileiro, embora não haja conexão direta com a planície do Centro-Oeste.
Originalmente habitado por moradores da região, o local chamou atenção devido à atividade de um guarda ambiental que, por anos, caçava animais para sustento. Após um conselho recebido de sua mãe, ele optou por abandonar esse comportamento e passou a dedicar-se à preservação do ambiente, promovendo uma mudança de postura em relação à proteção da fauna e da flora locais.
O acesso ao Pantanal Iguaçuano é aberto ao público, podendo ser feito tanto por transporte particular quanto por linhas de ônibus. A visita oferece diversas possibilidades de contato com a natureza, como passeios de barco e lancha que percorrem lagoas e rios, incluindo a Lagoa do Quiaba, o Lagoão e o Rio Guandu, onde é possível observar diferentes espécies de animais silvestres. Também há opções de visitas guiadas a pé ou de bicicleta, organizadas por grupos de ecoturismo locais.
Na região, possibilidades de lazer incluem ainda estabelecimentos próximos, como a Cabana do Demario, que oferece estrutura de refeições com pratos de peixe, além de áreas de convivência e lazer para visitantes. No entanto, por ser uma área de proteção ambiental com cursos d’água de forte correnteza, é proibido nadar ou banhar-se nas águas do ecossistema por questões de segurança. Atualidades e detalhes sobre futuras atividades na região ainda estão por ser definidos.
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