Uma organização criminosa utilizava uma empresa de fachada e anúncios em plataformas digitais para comercializar celulares roubados com emissão de notas fiscais falsas no Rio de Janeiro.
As investigações apontam que os aparelhos eram oferecidos como produtos regulares, com documentação fraudulenta criada para dar aparência de legalidade às vendas realizadas pela internet.
Como funcionava o esquema
O grupo simulava atividades comerciais legítimas, utilizando dados empresariais irregulares para emitir notas fiscais falsas, o que dificultava a identificação da origem ilícita dos celulares.
Os aparelhos eram anunciados em plataformas digitais populares, atraindo compradores que acreditavam estar adquirindo produtos novos e legalizados, enquanto a organização lucrava com a revenda de itens roubados.
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