Neste domingo (16), o candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), realizou oficialmente o início de sua campanha em um evento na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro. Acompanhado do candidato ao Governo do Estado, Douglas Ruas, e de dirigentes partidários, ele reuniu milhares de apoiadores ao longo da Avenida Atlântica.
De acordo com a organização, mais de 17 mil pessoas participaram do ato, que contou com a presença de apoiadores vestidos com roupas nas cores do Brasil e portando bandeiras nacionais. Veículos que acompanharam a mobilização também registraram a quantidade de participantes, sem fornecer uma estimativa oficial do público presente.
O evento destacou temas relacionados à segurança pública, que foram prioridade nos discursos dos candidatos. Flávio Bolsonaro afirmou que, se eleito, pretende classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Além disso, reforçou a defesa pela redução da maioridade penal e alertou para a possibilidade de o próximo presidente indicar quatro ministros para o Supremo Tribunal Federal.
Este foco na segurança também foi central na fala de Douglas Ruas, que tem colocado a temática entre as prioridades de sua campanha ao Governo do Estado. O candidato reforçou a necessidade de uma postura firme contra o crime organizado, contrastando suas propostas às posições do PT, que considera mais permissivas em relação ao tráfico de drogas. Enquanto isso, destacou a defesa de valores como Deus, pátria, família e liberdade, citando a importância de uma nova gestão para o estado.
Embora não tenha comparecido presencialmente ao evento, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi mencionado por meio de um áudio reproduzido durante a ação. Flávio Bolsonaro esteve acompanhado de sua esposa, Fernanda Bolsonaro, e de sua mãe, Rogéria Bolsonaro. Participaram também figuras da chapa do PL no Rio, como Carlos Portinho e Carlos Jordy.
A manifestação contou com a presença de apoiadores, incluindo Angela Brás, que destacou a intenção de promover uma renovação no governo do estado. Ela enfatizou a necessidade de uma gestão diferente, levando “sangue novo” ao comando do Rio de Janeiro, a fim de promover mudanças e evitar que o estado permaneça sob influência de interesses não desejáveis.
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