julho 14, 2026
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14/07/2026

Força Municipal do Rio registra 925 prisões e apreensão de armas em quatro meses

Desde março deste ano, a Força Municipal do Rio de Janeiro vem intensificando suas ações de segurança na cidade, resultando em mais de 900 prisões e conduções a delegacias nos primeiros quatro meses de operação. O grupo, que faz parte da Guarda Municipal do Rio (GM-Rio), iniciou suas atividades em 15 de março e tem atuado em áreas priorizadas com altos índices de criminalidade.

De acordo com dados divulgados pela prefeitura na última terça-feira, durante reunião do programa de monitoramento de segurança, as equipes realizaram mais de 7,8 mil abordagens em regiões com maior incidência de roubos e furtos. Essas operações culminaram na apreensão de 163 aparelhos celulares, 168 motocicletas e 15 cordões, além da recuperação de um veículo roubado ou furtado com placa adulterada, e a apreensão de uma pistola, dez réplicas de armas de fogo e 49 armas brancas.

O secretário municipal de Segurança Urbana destacou que as ações têm como foco principal a prevenção de crimes patrimoniais. Segundo ele, as 12 áreas atendidas concentram alta incidência de furtos e roubos, com o trabalho da Força Municipal contribuindo para o aumento do efetivo policial na rua. A operação visa coibir delitos por meio de um policiamento ostensivo e proativo, com ênfase na redução de crimes na cidade.

Atualmente, a atuação da força especializada contempla pontos estratégicos mapeados a partir de análises criminais e dados estatísticos. As regiões atendidas incluem bairros como Jardim de Alah, regiões próximas à Rodoviária do Rio, Terminal Gentileza, Estação Leopoldina, além de áreas centrais como Avenida Presidente Vargas, Central do Brasil, Cinelândia, e o calçadão de Campo Grande. Outros locais sob atenção são as ruas São Francisco Xavier, Afonso Pena, Lauro Müller, General Severiano, Venceslau Brás, além do entorno do metrô Botafogo, ruas São Clemente e Voluntários da Pátria, praias de Botafogo, ruas Marquês de Abrantes, e pontos diversos no bairro de Bangu, incluindo o shopping local.

A força também atua em regiões como o Terminal Jardim Oceânico, Praça do Ó, cruzamento da Avenida Ayrton Senna com a Avenida das Américas e outras áreas de alta circulação, buscando fortalecer a segurança em pontos críticos da cidade. O trabalho é contínuo e prevê a manutenção de ações preventivas e repressivas com o objetivo de reduzir a demanda policial por crimes patrimoniais na capital fluminense.


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