junho 16, 2026
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16/06/2026

Força-tarefa prende homem por venda ilegal de medicamentos de emagrecimento em Niterói

Na segunda-feira (15), uma operação conjunta de órgãos municipais e da Polícia Militar resultou na prisão de um homem suspeito de vender ilegalmente medicamentos para emagrecimento na Região Oceânica de Niterói. A ação contou com a participação do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM), do programa Segurança Presente, da Delegacia de Itaipu e da Vigilância Sanitária local.

A ofensiva teve origem após uma denúncia anônima sobre a comercialização clandestina de “canetas emagrecedoras”. Informações foram repassadas às autoridades policiais e sanitárias, possibilitando a coordenação dos esforços para interceptar a venda irregular. No local indicado, os agentes localizaram o suspeito e apreenderam dez caixas com os medicamentos. Todo o material e o indivíduo foram levados à 81ª Delegacia de Polícia, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante. Um fiscal da Vigilância Sanitária acompanhou a operação para catalogar os lotes encontrados e iniciar os procedimentos técnicos de inutilização dos produtos.

Segundo o secretário do GGIM, Felipe Ordacgy, a cooperação entre os órgãos foi fundamental para combater delitos que representam risco à saúde pública. Ele ressaltou que a ação também evitou que produtos sem garantia de procedência chegassem aos consumidores, contribuindo para a segurança da população.

O comandante do Segurança Presente em Niterói, Major Thiago Martins, destacou a importância do envolvimento comunitário por meio de denúncias. Ele afirmou que a proximidade e o trabalho colaborativo facilitaram o sucesso da operação.

O delegado responsável pela 81ª DP, Dr. Deoclécio Assis, reforçou que a venda de medicamentos sem regulação adequada constitui crime grave e que as investigações continuam. O objetivo é identificar a origem dos produtos e possíveis outros envolvidos na cadeia de distribuição.

Autoridades sanitárias emitiram alertas quanto aos riscos do uso de emagrecedores e inibidores de apetite adquiridos de forma irregular e sem acompanhamento médico, uma vez que a procedência, o armazenamento e a composição química desses produtos muitas vezes não passam por fiscalização adequada.

A população pode denunciar práticas semelhantes por meio do Disque-Denúncia (21 2253-1177) ou pelo telefone de emergência do CISP (153).


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