outubro 16, 2026
outubro 16, 2026
16/10/2026

Gabriela Prioli nega contrato com Banco Master e acusa falta de provas em acusações

Gabriela Prioli usou suas redes sociais na sexta-feira (16) para esclarecer que não mantém qualquer ligação com Daniel Vorcaro, empresário responsável pela administração do Banco Master. A apresentadora refutou as alegações de que teria sido contratada por Vorcaro para atuar em defesa da instituição financeira ou para questionar críticas recebidas pela imprensa, alegando nunca ter participado de reuniões, assinado contratos ou recebido valores vinculados ao banqueiro.

A manifestação de Prioli ocorreu após a divulgação de mensagens que sugeririam sua participação em estratégias de comunicação relacionadas ao banco, levantando suspeitas sobre um possível vínculo com Vorcaro. A apresentadora afirmou categoricamente que nunca conversou com o empresário, nem por telefone, videoconferência ou mensagem, e que desconhece os motivos das acusações. Ela reforçou que nunca solicitou orientações ou sugestões de Vorcaro, nem recebeu qualquer tipo de instrução dele.

Relatos extraídos do celular de Vorcaro, segundo reportagem do jornal, indicam que o empresário acompanhava a produção de vídeos de Prioli, sugeria alterações nos conteúdos e avaliava o material antes da publicação. Além disso, as mensagens mencionariam a existência de um contrato de 12 meses e uma estratégia envolvendo cerca de 15 influenciadores com diferentes posições políticas.

Prioli afirmou não ter firmado qualquer contrato com o Banco Master, empresas associadas ao empresário ou agências que o representem. A apresentadora também negou ter recebido pagamentos relacionados a Vorcaro, destacando que seus trabalhos são respaldados por notas fiscais e que sua equipe também nega qualquer contato com pessoas vinculadas ao empresário.

Durante sua fala, Prioli questionou a ausência de provas documental que sustentem as alegações feitas contra ela. Ela declarou-se surpresa com a repercussão do caso e destacou que insinuações dessa natureza podem impactar sua vida pessoal e profissional. “Quando se faz uma acusação grave, é fundamental apresentar evidências”, afirmou.

Ela ainda comparou seu episódio ao de outras pessoas cujos contratos com o Banco Master teriam sido divulgados, questionando a ausência de qualquer rastro de seus supostos vínculos. “Cadê esse contrato de 12 meses? Onde estão os pagamentos ou conversas?”, indagou, afirmando categoricamente que tais documentos “não existem” ou “não irão aparecer”.

A equipe de Prioli reforçou, em nota oficial, que Vorcaro jamais editou, aprovou ou orientou seus conteúdos. Aduziram que medidas legais estão em andamento contra as alegações falsamente atribuídas à apresentadora. Também questionaram a ausência de provas concretas, como contratos e comprovantes de pagamento, apontando que as conversas divulgadas não envolvem a própria Prioli, mas apenas menções que não podem ser atribuídas a ela.

Segundo o jornal, as discussões internas relativas à participação de Prioli começaram no início de abril de 2025, logo após a notícia sobre a tentativa de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). Nas mensagens, Vorcaro elogiou a aproximação com Prioli, e uma responsável pelo marketing do banco mencionou negociações para a contratação de um contrato de 12 meses, além da participação de outros influenciadores.

Relatos indicam que a estratégia envolvia a produção de conteúdos voltados à defesa do banco, além de tentativas de manipulação do conteúdo, incluindo recomendações para evitar referências partidárias em vídeos. Conversas também revelam uma preocupação com a influência de notícias negativas e possíveis críticas à imprensa, além de tentativas de manter sigilo sobre as ações relativas à estratégia de comunicação.

Em um episódio em julho, Ana Matos enviou a Vorcaro um vídeo de Prioli antes de sua publicação, solicitando alterações e confirmando a articulação de divulgação em veículos de imprensa. Posteriormente, o empresário demonstrou insatisfação com o conteúdo e pediu modificações antes da publicação, mas a divulgação foi adiada por motivos políticos e pela concentração do noticiário em outros temas.

As mensagens também abordam conteúdos de vídeos de Prioli relacionados aos produtos bancários, como os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), e críticos ao banco, incluindo comparações com o mercado concorrente e recomendações relacionadas à segurança dos investimentos, respaldadas pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Por fim, as mensagens indicam preocupação com a cobertura jornalística sobre o banco. Vorcaro teria orientado a equipe a direcionar ataques a jornalistas e manter estratégias reservadas, além de evitar confirmações externas de qualquer relação com Prioli. Mesmo diante dessas alegações, Prioli reafirmou não possuir vínculo comercial ou participação nas conversas relatadas, sustentando sua posição de inocência perante as supostas evidências.


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