junho 13, 2026
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13/06/2026

Homem suspeito de roubo a farmácias e crimes ambientais é preso no Rio de Janeiro

Um suspeito de integrar uma quadrilha especializada em roubos a farmácias foi preso nesta segunda-feira na região central do Rio de Janeiro. A operação contou com o cumprimento de um mandado de prisão na comunidade do Morro de São Carlos, localizada no bairro Estácio, onde o indivíduo foi detido sem resistir.

Segundo a Polícia Civil, o grupo adota uma estrutura organizada, com foco em furtar medicamentos de alto valor comercial, especialmente canetas emagrecedoras e cosméticos de luxo, produtos considerados de fácil revenda no mercado ilegal. As investigações tiveram início a partir de um roubo ocorrido em fevereiro de 2026, em uma drogaria na Rua São Francisco Xavier, na Tijuca.

Durante as diligências, equipes das delegacias da Praça da Bandeira e da Tijuca localizaram, em uma residência de Jacarepaguá, uma grande quantidade de medicamentos roubados. Uma mulher que estava no local fugiu logo antes da chegada policial, e as forças de segurança continuam realizando buscas para localizá-la.

Na mesma operação, os policiais apreenderam drogas e materiais de interesse na apuração, reforçando o vínculo do indivíduo com outros membros da quadrilha. As autoridades também indicaram que o suspeito responde por crimes ambientais, após ser encontrado com um macaco-prego, que foi encaminhado a órgãos ambientais competentes.

Na cidade de Niterói, uma farmácia no bairro Fonseca foi alvo de assalto na madrugada do dia 30 de abril, com prejuízo estimado em R$ 107 mil. Os criminosos levaram 286 unidades de canetas emagrecedoras. As investigações relacionadas ao roubo levaram à apreensão de um veículo utilizado na fuga, alugado e registrado no nome de um dos integrantes do grupo. O proprietário do carro foi detido no centro do Rio e, até o momento, não possui passagem criminal registrada.

As autoridades não confirmaram a ligação entre os dois casos. Além das acusações de roubo majorado e associação criminosa, o suspeito responderá por crime ambiental, devido à posse ilegal do macaco-prego no momento da prisão. As investigações continuam com o objetivo de identificar outros envolvidos e desarticular a rede que movimenta os medicamentos roubados.


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