O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, enfrenta uma nova fase de dificuldades em sua trajetória política, com uma operação envolvendo sua residência. Essas ações representam mais um obstáculo na perspectiva de Castro em disputar uma vaga ao Senado.
Sem o suporte do seu partido, com uma popularidade que vem apresentando queda e sem acesso a uma máquina de campanha robusta, ele se encontra afastado do centro das atenções da política estadual. Há rumores de que uma farmácia próxima à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) tem registrado aumento nas vendas de medicamentos como Rivotril, o que alimenta especulações sobre o clima de instabilidade.
Especula-se também uma tentativa de relacionar o atual governo de Castro a uma associação com a expressão “máfia”, o que, no cenário político, tem sido alvo de comentários e interpretações pouco oficiais.
No cenário das alianças, o nome de Rogéria Bolsonaro tem ganhado destaque como potencial substituta de Castro na disputa por uma vaga ao Senado. Atualmente, ela figura como suplente na chapa de Márcio Canella e conta com o apoio de Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Por fim, o PSD protocolou uma petição complementando uma denúncia criminal contra Felipe Curi, ex-secretário da Polícia Civil, Cláudio Castro e Pedro Cassunde, delegado de polícia. A ação judicial aponta supostas evidências de abuso de poder e uso indevido da força policial na perseguição ao vereador Salvino de Oliveira, considerando-se uma tentativa de abordar práticas de perseguição política.
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