A tarifa de pedágio na Ponte Rio–Niterói foi reajustada e passou a valer nesta quarta-feira (18), elevando o custo de passagem para motoristas, motociclistas e transportadores que utilizam diariamente a ligação entre as duas cidades. O ajuste foi aprovado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e entrou em vigor à meia-noite, refletindo uma atualização prevista no contrato de concessão da Ecovias Ponte.
De acordo com a concessionária responsável, o aumento atende a critérios regulatórios, alinhados à variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que teve uma alta de 6,82% no período. Como resultado, a tarifa básica para veículos de passeio saltou de R$ 6,20 para R$ 6,60. A publicação do novo valor ocorreu na manhã de terça-feira (17), sendo cobrado oficialmente a partir da virada para quarta-feira (18).
A tabela de tarifas divulgado pela concessionária especifica os valores por categorias de veículos, abrangendo desde automóveis até veículos de grande porte, como caminhões e ônibus, com tarifas que variam de R$ 3,30 para motocletas até R$ 39,60 para caminhões com seis eixos e rodagem dupla. Algumas categorias, como veículos oficiais e diplomáticos, permanecem isentas de cobrança.
Para quem realiza o trajeto frequentemente, o reajuste representa um acréscimo de R$ 0,40 na tarifa padrão. Essa elevação pode aumentar os custos de deslocamento diário, afetando motoristas e trabalhadores que dependem dessa via para deslocamentos de rotina, transporte de cargas ou prestação de serviços. Além do impacto individual, o aumento também influencia o setor de transporte comercial, elevando os custos de operação de caminhões, ônibus e veículos com múltiplos eixos, impactando a logística para empresas que fazem uso da rodovia federal.
A concessionária reiterou, em nota oficial, seu compromisso com a transparência, a segurança e a continuidade na melhora da qualidade dos serviços prestados na via. Os novos valores obedecem às determinações estabelecidas pela ANTT, que regula os reajustes tarifários para concessões rodoviárias. O momento atual indica uma implementação que deve repercutir na rotina de usuários e operadores que acessam a ponte diariamente.
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