Na última segunda-feira, a Polícia Civil conduziu ações simultâneas que resultaram no fechamento de uma fábrica clandestina de linha chilena e na prisão de um comerciante em flagrante por comercializar produtos proibidos na Baixada Fluminense e na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Durante as operações, agentes encontraram uma estrutura improvisada em Realengo, equipada com insumos e equipamentos utilizados na fabricação irregular do material. Entre os itens apreendidos estavam linhas chilenas, substâncias semelhantes ao quartzo, frascos de cola, carretéis, além de uma máquina artesanal para o enrolamento do produto, indicando atividade ilegal no local.
Na continuidade das diligências, os policiais foram ao bairro Tomazinho, em São João de Meriti, onde localizaram um ponto de venda clandestino. No estabelecimento, foram apreendidos produtos como linhas chilenas, cerol, substâncias similares ao quartzo e materiais utilizados na confecção de pipas, prontos para venda. O proprietário do comércio admitiu a prática ilícita e foi autuado por fornecer, vender e expor ao comércio de maneira indevida substâncias consideradas nocivas à saúde, embora não destinadas ao consumo humano ou uso medicinal.
Recentemente, outro episódio relacionado ao uso de linha chilena resultou na morte de um motociclista de 45 anos. Leandro Rezende Cardoso sofreu uma lesão no pescoço ao ser atingido por uma linha durante uma viagem de moto no bairro de Cascadura. O homem foi levado ao hospital, onde faleceu pouco tempo depois devido a complicações cardíacas ocasionadas pelo ferimento.
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