Na madrugada do último domingo, a Polícia Militar do Distrito Federal informou ao Supremo Tribunal Federal que o carregador da tornozeleira eletrônica usada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro foi substituído. O dispositivo é uma condição obrigatória durante o cumprimento da prisão domiciliar, que exige monitoramento contínuo.
De acordo com os dados enviados ao STF, a troca ocorreu entre 0h34 e 1h03, contudo, a corporação não detalhou o motivo da substituição do carregador. A responsável pelo procedimento foi a policial penal Rita de Cassia Gaio, que já havia sido citada anteriormente em episódio envolvendo Bolsonaro, após tentativa do ex-presidente de danificar a tornozeleira com um ferro de solda.
Bolsonaro está sob prisão domiciliar por 90 dias, com obrigação de manter o aparelho carregado a todo momento. A substituição do carregador, realizada na manhã de domingo, levanta questionamentos sobre as condições do monitoramento e deve ser objeto de análise pelo relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, que pode solicitar esclarecimentos adicionais.
Atualmente, o ex-presidente cumpre a pena de 27 anos e três meses de prisão, determinada devido à condenação na apuração do esquema golpista.
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