Na semana passada, um incidente inusitado dentro do sistema de metrô do Rio de Janeiro chamou atenção nas redes sociais. Um vídeo registrado por uma passageira mostrou um rato no interior de um vagão destinado ao público feminino na Linha 2, no sentido Pavuna. O caso gerou pânico entre as usuárias, que reagiram de forma espontânea ao avistarem o animal, causando movimentação intensa e uma demonstração de contraste entre a situação e a rotina habitual do transporte.
O episódio ocorreu na sexta-feira, entre as estações Cidade Nova e Maracanã. Assim que o roedor apareceu, diversas passageiras passaram a correr e a buscar espaço para se afastar. Durante a confusão, uma mulher acabou sendo empurrada e se machucou. Apesar da emergência, o vídeo não capta claramente o rato, mas as imagens mostram a reação de pânico do grupo de usuárias.
O vídeo logo viralizou e gerou comentários na internet, muitos humorados, sobre a situação. Internautas fizeram brincadeiras e memes referentes ao episódio, incluindo expressões como “Hantavírus preso no Metrô” e comentários que sugeriam que o rato parecia um trabalhador exausto tentando embarcar no transporte lotado. Algumas pessoas também comentaram que o animal parecia apenas querer retornar para casa, refletindo uma abordagem mais leve diante do incidente.
Em resposta, o MetrôRio afirmou que realiza ações periódicas de desratização e controle de pragas em toda a sua malha. A concessionária ressaltou que a limpeza do sistema é feita diariamente e em diferentes horários, e que, neste caso específico, uma intervenção não havia sido solicitada após o ocorrido no vagão.
O episódio reacendeu questionamentos sobre as condições do transporte público na cidade e as dificuldades enfrentadas pelos passageiros em situações imprevistas. Enquanto o vídeo continua a receber visualizações e gerar comentários, o fato evidencia desafios recorrentes no cotidiano do transporte metropolitano na capital fluminense.
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