junho 19, 2026
junho 19, 2026
19/06/2026

Rock in Rio 2026 apresenta espetáculo imersivo ECCO com tecnologia e arte sensory

O Rock in Rio anunciou a inclusão de uma nova atração para sua edição de 2026, o espetáculo ECCO by LightWire. Desenvolvido especificamente para o evento, a apresentação promete envolver o público por meio de tecnologia, luz, som e efeitos sensoriais, oferecendo uma experiência imersiva de 360 graus na Cidade do Rock.

Criado pelo grupo LightWire, que estreia no festival, o espetáculo integra a iniciativa Fábrica de Sonhos, voltada a proporcionar experiências além dos shows tradicionais. A proposta é transformar uma arena do evento em um espaço de imersão total, com sessões diárias durante toda a duração do festival.

A narrativa de ECCO parte da ideia de que a floresta é a fonte do som. Utilizando vibrações relacionadas a elementos como vento, água, raízes e fogo, a produção busca apresentar de forma artística como esses sons primordiais se convertem em música, arte e emoção. A proposta combina animação por computação gráfica, coreografias desenvolvidas especialmente para a performance, figurinos inovadores com tecnologia LED e fibra óptica, além de um painel de LED sincronizado.

O espetáculo conta com mais de 20 artistas em cena, incluindo músicos e cantores ao vivo, e emprega recursos avançados como holografia, projeções mapeadas, áudio em sistema imersivo 9.1.4, além de efeitos como vento, aromas e gelo seco para ampliar a sensação de imersão do público.

Dentre as inovações técnicas estão o PixelWear, sistema que controla mais de 1.500 pixels de LED de forma individual, e o NewDress, que utiliza mil metros de fibra óptica iluminada. Ambas as tecnologias visam criar uma integração entre corpo, luz e imagem, promovendo uma experiência sensorial completa.

A LightWire, que ganhou destaque internacional após participar do programa “America’s Got Talent” e receber o Golden Buzzer em 2025, traz ao Rock in Rio uma produção em escala grandiosa, adaptada ao ambiente da Cidade do Rock. Os fundadores do grupo, Daniel e Felipe de Almeida, destacam a importância de apresentar o espetáculo em solo brasileiro, vendo na oportunidade uma continuidade de sua trajetória e o potencial de explorar novas possibilidades na ligação entre tecnologia, corpo e emoção.

A coreografia é assinada por Patricia Kfouri e Rafael Scauri, e em alguns trechos, os bailarinos atuam em total escuridão, exigindo precisão extrema de movimentos. Além disso, a apresentação terá sequências ao vivo de músicos e cantores em momentos específicos.

A programação diária prevê cinco sessões de 20 minutos cada, com capacidade para mil espectadores por sessão. A estrutura sonora conta com sistema de som tridimensional, enquanto a cenografia utiliza elementos como vento, laser, aromas e gelo seco, visando aprimorar a sensação de imersão do público.

Para realizar o espetáculo, mais de 80 profissionais estão envolvidos em áreas que vão desde direção, produção até figurino, eletrônica e logística. O projeto é patrocinado pela Vale, que relaciona a iniciativa às ações de preservação ambiental e valorização dos biomas brasileiros. A companhia reforça seu compromisso com a conservação, apoiando projetos na Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica, além de defender o uso da cultura para promover esse debate ambiental.


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