março 17, 2026
março 17, 2026
17/03/2026

Salvino Oliveira volta ao plenário da Câmara do Rio após ser libertado e nega acusações

Salvino Oliveira retornou nesta terça-feira ao plenário da Câmara Municipal do Rio de Janeiro após quase uma semana afastado, em um episódio que gerou ampla expectativa. A presença do vereador do PSD marcou sua primeira manifestação pública desde sua prisão, ocorrida na última quarta-feira, em uma operação policial relacionada à investigação de possíveis ligações de agentes públicos com o crime organizado. Ele foi liberado por meio de um habeas corpus concedido pelo Tribunal de Justiça do Rio.

Durante a sessão, Salvino Oliveira pronunciou-se de forma veemente, negando as acusações contra ele e demonstrando confiança na reversão do caso ao afirmar que acredita na justiça. O vereador criticou a ação policial, alegando que foi motivada por questões políticas e questionou a condução do procedimento, alegando que foi alvo de uma ação politizada. Ele declarou ainda que acredita na integridade das instituições e que sua inocência será comprovada.

Sua fala foi bem recebida por colegas de diferentes orientações políticas, que o aplaudiram e o apoiaram, incluindo nomes como Rafael Satiê e outros integrantes do Legislativo. Além do posicionamento político, Salvino apresentou documentos em plenário para sustentar suas alegações. Entre eles, um extrato bancário que revela uma premiação internacional de aproximadamente R$ 117 mil, recebida da Organização das Nações Unidas para a execução de um projeto até o fim do ano. Segundo o vereador, o valor é proveniente de uma premiação pela participação na Young Activists Summit, realizada na ONU em Genebra, e não de movimentações financeiras suspeitas.

Salvino também refutou a acusação de envolvimento na negociação de quiosques na Gardênia Azul com traficantes, em troca de apoio eleitoral em 2024. Ele afirmou categoricamente que jamais teve relação com atividades ilícitas relacionadas a esse tema e que está confiante na comprovação de sua inocência.

O retorno ao plenário ocorre após decisões judiciais que permitiram sua libertação. Após a prisão, ele permaneceu sob custódia até que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro concedesse o habeas corpus, determinando sua saída de liberdade, enquanto responde às investigações. Os próximos passos do processo ainda não foram definidos, mas há expectativa de que o caso seja esclarecido com o andamento das apurações.


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