junho 24, 2026
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24/06/2026

Serviço de atenção domiciliar de São Gonçalo oferece cuidado humanizado e multiprofissional

O Serviço de Atenção Domiciliar (SAD), vinculado à Prefeitura de São Gonçalo, oferece cuidados de saúde contínuos diretamente na residência dos pacientes que não podem se deslocar até unidades ambulatoriais. O serviço proporciona acompanhamento por uma equipe multiprofissional, centrado em ações de prevenção, reabilitação e cuidados paliativos.

Este programa atende indivíduos acamados ou com mobilidade reduzida, abrangendo casos de doenças agudas, crônicas ou degenerativas, além de lesões por pressão e outras complicações. O objetivo principal é assegurar uma assistência contínua e segura, buscando diminuir a necessidade de internações hospitalares e promover a recuperação no ambiente familiar. De acordo com a coordenadora do serviço, a iniciativa também busca melhorar a qualidade de vida do paciente, reduzir riscos de infecções hospitalares e otimizar a rede de saúde pública.

A equipe responsável pelo acompanhamento é composta por profissionais de diversas áreas, incluindo médicos, enfermeiros, técnicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, assistentes sociais, psicólogos e nutricionistas. Eles realizam avaliações constantes do quadro clínico e planejam visitas de acordo com as necessidades específicas de cada paciente. Além disso, o SAD possui uma Comissão de Curativos, responsável por tratar feridas, com utilização criteriosa de diferentes coberturas terapêuticas para o manejo adequado de lesões, como úlceras por pressão.

O acesso ao serviço ocorre mediante encaminhamento de unidades de atenção primária, clínicas, polos sanitários ou hospitais, após alta hospitalar. O SAD funciona na Rua Coronel Serrado, nº 1.078, no centro de São Gonçalo, de segunda a sexta, das 8h às 17h. Para obter informações ou agendar atendimento, a equipe técnica realiza uma avaliação prévia do paciente, verificando sua elegibilidade ao serviço.

Dentre os pacientes atendidos, está Jéssica Cristina Santos Pinto, de 34 anos, que após uma internação por uma doença autoimune rara iniciou o tratamento domiciliar há três anos. Ela reconhece a importância do serviço na sua recuperação, destacando o progresso na mobilidade e na autonomia. Outro caso é o de Kerismar Costa de Carvalho, de 45 anos, que passou seis meses internada após uma cirurgia e uma complicação de saúde, e atualmente recebe cuidados em casa. Sua mãe, Ana Ruth Costa, relata melhorias visíveis na condição da filha, como a completa cicatrização de feridas e maior interação, embora ela ainda esteja em estado vegetativo. A equipe do SAD também orienta os familiares sobre cuidados cotidianos, contribuindo para o bem-estar dos pacientes mesmo na ausência das atendimentos profissionais.


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