maio 12, 2026
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12/05/2026

Subtenente reformado é morto a tiros em São Gonçalo; integrante da escola de samba Viradouro

O subtenente reformado da Polícia Militar Antônio Lourenço, de 69 anos, foi morto a tiros na tarde de segunda-feira, na Rua Valdir dos Santos, no bairro Engenho Pequeno, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Conhecido como “Orelha” entre familiares e amigos, Antônio era também integrante da Escola de Samba Unidos do Viradouro.

De acordo com testemunhas, a vítima tentou fugir ao ser surpreendida pelo atirador, mas acabou atingida pelos disparos. A firmemente conhecida na região, a escola de samba confirmou que Antônio participava regularmente do grupo de compositores e integrava o desfile da agremiação há anos, além de participar das disputas de samba-enredo anuais.

Antes de se aposentar, Antônio Lourenço atuou como segurança em uma padaria local. Ele era casado e deixa uma filha. Ainda não há informações oficiais sobre o local ou a data do sepultamento.

O assassinato ocorreu aproximadamente cinco minutos da residência de Antônio, em uma rua com movimento devido à presença de um ponto de ônibus nas proximidades. Segundo relato de uma testemunha, a vítima foi surpreendida por um homem em uma motocicleta enquanto atravessava a rua. Ela tentou fugir, mas os disparos ocorreram momentos antes de ele almoçar em uma pensão próxima.

O disparo de arma de fogo foi ouvido por uma moradora, que testemunhou cinco tiros e viu Antônio no chão após o crime. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

A Polícia Militar foi acionada e enviou equipes do 1º BPM (Venda da Cruz), que confirmou a presença de um homem morto, com marcas de tiros, no endereço. A área foi cercada para análise pericial, enquanto a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, investiga o caso.

A perícia foi realizada no local, e diligências continuam na tentativa de esclarecer os motivos do homicídio.

Antônio Lourenço era uma figura estimada na comunidade do Engenho Pequeno, descrito por amigos e vizinhos como uma pessoa gentil, tranquila e sempre solícita. Com uma trajetória marcada pelo respeito e dedicação, ele era lembrado por sua simpatia e espírito de solidariedade.

Vizinhos lamentaram a perda, destacando a contribuição de Antônio para a comunidade e sua postura de lutar contra a criminalidade. O acontecimento reforça a fragilidade da segurança na região, mantendo-se a expectativa por desdobramentos nas investigações.


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