O Terminal Rodoviário Roberto Silveira, localizado no centro de Niterói, enfrenta dificuldades relacionadas à sua infraestrutura e manutenção, o que tem gerado insatisfação entre os usuários e comerciantes do local. Reclamações sobre sujeira, odor desagradável, presença de pombos, pessoas em situação de rua e desorganização refletem o estado de abandono do espaço e contribuem para o desconforto diário de quem frequenta o terminal.
A falta de intervenções efetivas ao longo dos anos tem impedido melhorias relevantes no ambiente. Mesmo com ações pontuais, muitos usuários percebem o cenário atual como similar ao de anos anteriores, marcados por problemas persistentes e desencorajamento para uma experiência mais segura e acolhedora. Comerciantes ouvidos anonimamente destacam que a desordem favorece cenas de incômodo e insegurança, reforçando a necessidade de uma maior atenção à organização do espaço para garantir condições mais dignas para todos.
De acordo com relatos, a estrutura do terminal mantém características semelhantes às de décadas atrás, com melhorias pontuais na organização de áreas específicas, contudo, sem alterações relevantes na percepção geral. Passageiros compreendem que, apesar do esforço para a limpeza ocasional, o local ainda apresenta odor desagradável e sinais visíveis de desgaste, dificultando uma experiência confortável. Alguns mencionam que a situação ainda representa um fator de insatisfação ao chegar ao terminal após longos dias de trabalho, uma condição que impacta a sensação de bem-estar ao usar o transporte público.
Embora a limpeza ocasional seja observada, muitos usuários relatam que o ambiente ainda não apresenta condições ideais de higiene e conforto. O cheiro desagradável e o estado geral de deterioração continuam a gerar desconforto, reforçando a necessidade de melhorias na manutenção e gestão do espaço. Além disso, funcionários da rodoviária afirmam que ações periódicas de retirada de pessoas em situação de rua, realizadas por equipes da Secretaria Municipal de Assistência Social, nem sempre evitam o retorno dessas pessoas ao local.
Até o momento, a administração do terminal, sob a responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento Rodoviário e Terminais do Estado do Rio de Janeiro, não respondeu às solicitações de posicionamento sobre as condições do espaço. Os próximos passos ainda não foram definidos, mas a situação tem sido objeto de atenção por parte dos usuários e observadores locais.
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