A paisagem urbana de Maricá é marcada por casas e edifícios baixos, cenário que contrasta com cidades vizinhas da Região Metropolitana. A ausência de prédios altos não é casual, mas resultado de normas urbanísticas que estabelecem limites rígidos para a altura das construções.
O Plano Diretor e a legislação de uso do solo determinam gabaritos máximos para diferentes bairros, restringindo o número de pavimentos permitidos. As regras priorizam a preservação ambiental, a ventilação natural e a integração com áreas de restinga, lagoas e orla.
Leis urbanísticas priorizam meio ambiente e qualidade de vida
As restrições também consideram a capacidade de infraestrutura da cidade, como trânsito, saneamento e serviços públicos. A intenção é evitar adensamento excessivo e impactos negativos, como sombreamento da orla, sobrecarga viária e pressão sobre os sistemas de água e esgoto.
Com isso, novos empreendimentos precisam seguir padrões mais baixos de verticalização. A estratégia busca manter o perfil residencial, reduzir riscos ambientais e garantir crescimento planejado, mantendo o caráter mais horizontal que define a identidade urbana do município.
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