abril 4, 2026
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04/04/2026

Vacinação domiciliar do SUS amplia acesso para idosos e pacientes com mobilidade reduzida

A vacinação domiciliar promovida pelo SUS tem como objetivo garantir que indivíduos com dificuldades severas de locomoção recebam as imunizações essenciais no conforto de suas casas, ampliando a cobertura vacinal e protegendo grupos vulneráveis em todo o Brasil.

Pessoas acamadas ou com deficiência física que dificultam o deslocamento até unidades de saúde têm direito ao serviço, especialmente idosos com mobilidade reduzida e pacientes em cuidados paliativos atendidos pelo sistema público. Para solicitar a imunização, é necessário que um responsável ou familiar compareça a uma unidade básica de saúde próxima, apresentando um laudo médico que comprove a impossibilidade de transporte seguro ao local de vacinação convencional.

O processo de agendamento envolve o comparecimento do cuidador à unidade de saúde de referência com os documentos do paciente. As equipes de saúde da família organizam as rotas de visitas de acordo com a disponibilidade de doses e profissionais na região, garantindo o acesso de todos os cidadãos ao serviço, sem a necessidade de deslocamento até os postos de saúde.

Para realizar a vacinação em casa, a documentação deve estar em ordem, incluindo o cadastro prévio na estratégia de saúde local, o Cartão Nacional de Saúde atualizado, além de comprovante de residência e telefone de contato. A confirmação da data ocorre conforme o cronograma municipal.

A equipe de saúde realiza a verificação dos documentos, assegurando a rastreabilidade do imunizante e o registro correto da aplicação no prontuário eletrônico. As doses mais frequentes administradas nesse formato são as contra a COVID-19, embora outros imunizantes de rotina também possam ser disponibilizados dependendo do calendário de campanhas em vigor.

Durante as visitas, os profissionais seguem protocolos de higiene, utilizando materiais descartáveis e realizando a sanitização adequada. Além da aplicação, orientam os responsáveis sobre possíveis efeitos adversos leves e anotam imediatamente no cartão de vacinação, garantindo que o histórico de imunizações fique atualizado e preservando a confiança na assistência prestada pelo sistema público de saúde.


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