No último sábado, a região de Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, recebeu uma nova etapa do programa Corredores Verdes, organizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Clima (SMAC). Durante a ação, foram plantadas 181 mudas de espécies distintas, como escumilha e araçá, ao longo de uma extensão de mais de sete quilômetros em diversas vias do bairro.
A iniciativa teve início na Rua do Imperador e abarcou nove vias adicionais na área. Por meio dessa intervenção, a prefeitura reforça seu compromisso de ampliar as áreas verdes urbanas, promovendo melhorias no ambiente e contribuindo para o conforto térmico dos moradores.
A secretária de Meio Ambiente e Clima destacou a importância do trabalho do Centro de Educação Ambiental da SMAC, especialmente na discussão acerca da justiça climática, um conceito central na filosofia do projeto Corredores Verdes.
Na semana anterior, a Zona Oeste já havia recebido outra ação relacionada à mesma iniciativa, denominada Bosques Cariocas. Essa intervenção ocorreu na Escola Municipal Professor Fábio César Pacífico, em Campo Grande, onde foram plantadas 71 mudas em uma área de aproximadamente 2 mil metros quadrados ao redor do colégio. Entre as espécies plantadas estão ipês amarelo e roxo, quaresmeira, jacarandá, pitangueira e urucum. A área beneficiada é frequentada por mais de 800 estudantes em diferentes turnos, assim como por suas famílias, que terão contato direto com o novo espaço verde.
O programa Corredores Verdes tem como propósito criar corredores ecológicos na cidade, visando conectar fragmentos de vegetação presentes em áreas urbanas. Essas faixas de vegetação visam promover o movimento de espécies animais e vegetais nas regiões impactadas, além de ajudar na mitigação dos efeitos das mudanças climáticas por meio do sombreamento de ruas e calçadas.
Implementado em pontos estratégicos, como vias urbana, margens de rios e áreas degradadas, o projeto prioriza o plantio de espécies nativas para garantir uma cobertura vegetal sustentável. Entre seus benefícios estão a preservação da biodiversidade, a melhora na qualidade do ar, a redução da temperatura local e o controle de enchentes, além da estabilização do solo. Além disso, a iniciativa incentiva a participação comunitária nas ações de plantio, promovendo a conservação de espaços naturais e fortalecendo a resiliência ambiental da cidade.
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