Na próxima segunda-feira, dia 18 de março, o Centro Loyola da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) realizará o evento intitulado “O que não vemos, a Ciência mostra: água, ar e terra em destaque”. A atividade, voltada a discutir questões ambientais e seus efeitos na saúde da população, acontecerá entre 8h30 e 14h e reunirá participantes de diferentes regiões, incluindo idosos de unidades de saúde e centros culturais locais.
A iniciativa busca ampliar a compreensão pública sobre os problemas ambientais, abordando temas como a poluição do ar, a contaminação da água no Rio Guandu e a qualidade do solo utilizado na agricultura. A proposta é promover diálogos entre cientistas e o público, promovendo uma reflexão mais aprofundada sobre o impacto do ambiente na vida diária.
Ao todo, mais de 100 pessoas participarão de atividades que incluem demonstrações laboratoriais em tempo real, permitindo a visualização de processos científicos de monitoramento ambiental. Pesquisadores da PUC-Rio estarão presentes para conduzir as ações e esclarecer dúvidas, contribuindo com conhecimentos sobre os principais poluentes atmosféricos e suas consequências para a saúde humana por meio de sensores portáteis e análises práticas.
O evento conta com a cooperação de instituições como a Embaixada da França no Brasil, o Instituto Acqualung e diversos laboratórios internos da universidade, incluindo o IMES, o Laboratório de Química Atmosférica e o projeto Vale da Gávea. Entre as atividades programadas, destacam-se stands específicos para cada tema: o monitoramento do ar, a qualidade do solo e a água, além de exposições de testes simples de qualidade de água para promover o entendimento técnico acessível ao público.
Na área dedicada à qualidade do ar, a equipe do Laboratório de Química Atmosférica apresentará principais poluentes atmosféricos, seus efeitos na saúde e demonstrações com sensores portáteis de análise em tempo real, sob orientação da pesquisadora Adriana Gioda. Para o tema solo, especialistas discutirão técnicas de cuidado prático, como o uso de biochar, com participações de docentes em solos e inovação social.
No espaço dedicado à água, haverá atividades para facilitar a compreensão de parâmetros básicos de qualidade, avaliando elementos como coliformes fecais, turbidez e pH, com o objetivo de incentivar uma leitura mais crítica das informações consumidas diariamente. Por fim, o público poderá conhecer dados ambientais do Vale da Gávea por meio de sensores que monitoram água, solo e ar em tempo real, promovendo uma visão integrada do estado do ambiente local.
Este evento representa uma oportunidade de fortalecer o diálogo entre ciência e sociedade, promovendo conscientização sobre a importância da preservação ambiental na saúde pública e o papel da pesquisa na monitoramento e gestão desses recursos.
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