Um episódio envolvendo o furto de uma porta de armário provoca tensão e investigação em um condomínio no centro de Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O incidente ocorreu na noite do dia 1º de março, por volta das 19h, na área de um dos prédios, onde moradores relatos indicam que uma porta, que estava no corredor, foi subtraída por um residente local enquanto uma família do nono andar transportava móveis para dentro de casa.
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o suspeito cometeu o furto. Após a ação, ele foi encaminhado à 76ª Delegacia de Polícia, no Centro de Niterói, onde foi registrada uma queixa formal e aberta uma investigação preliminar. Segundo informações da Polícia Civil, ele foi oficialmente indiciado pelo crime no dia 5 de março. Além de ter seu passado criminal exposto, consta nos registros que o indivíduo possui múltiplas anotações criminais em diferentes ocasiões, incluindo registros por violência doméstica.
Relatos de moradores indicam que, mesmo após o indiciamento, o suspeito permaneceu residindo no mesmo condomínio. Aproximadamente duas semanas após o ocorrido, no dia 16 de março, questões relacionadas à segurança levaram policiais civis ao apartamento do investigado, em uma ação motivada por denúncia anônima. Durante a vistoria, os agentes não encontraram drogas ou objetos ilícitos no local, porém a presença policial intensificou a sensação de insegurança entre os moradores.
Outro incidente envolvendo o mesmo indivíduo foi relatado por um residente, que testemunhou uma agressão de projeção pública. A pessoa contou que o suspeito arremessou uma pedra contra seu carro, enquanto o veículo passava por uma das principais vias da cidade. As imagens capturadas mostram uma mulher gravando a rua do interior do automóvel, enquanto um homem dirige o veículo, e o suspeito lança a pedra de uma calçada próxima.
Segundo a testemunha, ela costuma evitar o contato com o morador devido ao medo gerado por episódios de violência similares ocorridos na comunidade. Ela também relatou que sua filha de 9 anos não frequenta mais o playground do condomínio, temendo a presença do indivíduo. Ainda sem uma decisão definitiva, esse conjunto de eventos reforça o clima de apreensão entre os moradores, que aguardam desdobramentos das apurações policiais.
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