Monique Medeiros foi transferida de volta à penitenciária Talavera Bruce, localizada no complexo de Bangu, após o Supremo Tribunal Federal reinstaurar sua prisão preventiva. A detenta, responsável pelo homicídio por omissão na morte de seu filho Henry Borel, não levou o gato que adotou durante o período em que esteve na prisão e que foi seu companheiro até sua libertação em março.
Segundo a defesa, há a intenção de solicitar à administração penitenciária que o animal permaneça ao lado de Monique. Caso essa autorização não seja concedida, os advogados já planejam recorrer à Justiça. O advogado Hugo Morais destacou a importância do gato para a detenta, que enfrenta condição de isolamento e calor excessivo na cela, ressaltando que o animal ajuda a aliviar a solidão.
O gato, chamado Hércules, tem mais de três anos e inicialmente era cuidado por uma policial. Desde que Monique chegou à penitenciária, há aproximadamente três anos, Hércules passou a conviver com ela na cela, tornando-se seu principal companhia.
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