maio 14, 2026
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14/05/2026

Cuidados essenciais para prevenir doenças respiratórias em crianças durante o inverno

Com a chegada das temperaturas mais baixas em períodos como o outono e o inverno, cresce a preocupação com a ocorrência de doenças respiratórias em crianças. O clima seco e o frio favorecem a propagação de vírus, agravando quadros como resfriado, gripe, bronquiolite, rinite, sinusite, asma, bronquite e pneumonia.

De acordo com especialista do Brazilian International School (BIS), crianças apresentam maior vulnerabilidade às infecções respiratórias devido ao sistema imunológico ainda em desenvolvimento. Essa fase favorece a facilidade de infecção por vírus e bactérias, além de potencializar problemas respiratórios e alérgicos preexistentes. A especialista destaca que é comum registrar um aumento nos casos dessas doenças nos meses mais frios, quando o ar ressecado fragiliza as vias aéreas e reduz as defesas naturais do organismo. Pequenas ações do cotidiano podem contribuir para diminuir esses riscos.

Entre os quadros frequentes nesta estação, estão o resfriado, sintoma viral leve que provoca coriza, espirros, tosse e congestão nasal; além da gripe, que provoca febre, mal-estar, dores no corpo, e pode evoluir para complicações mais severas. A asma é uma condição inflamatória crônica que gera falta de ar e chiado no peito, podendo se agravar no frio. A bronquiolite, comum em bebês e crianças pequenas, causa dificuldades respiratórias, enquanto a bronquite implica inflamação dos brônquios, com tosse e secreções. Outros problemas relativos à estação incluem a rinite alérgica, sinusite e pneumonia, cada uma com seus próprios sintomas.

Para prevenir essas ocorrências, especialistas recomendam medidas simples para responsáveis, como manter as vacinações em dia, especialmente contra a gripe e outras imunizações do calendário nacional. Também é importante incentivar a higiene das mãos, tanto com lavagem frequente quanto com uso de álcool em gel. Garantir ambientes bem ventilados, evitar mudanças bruscas de temperatura, estimular a hidratação e promover uma alimentação equilibrada contribuem para fortalecer o organismo. Cuidar da limpeza do lar, lavando roupas e cobertores armazenados, além de evitar exposição a fumaça, produtos químico e contato com pessoas doentes, também ajudam a reduzir o risco de infecções.

Nos lares, o aleitamento materno é recomendável para bebês, pois oferece proteção adicional contra doenças. A cooperação entre famílias e escolas é fundamental. É necessário que responsáveis fiquem atentos a sintomas que indiquem necessidade de avaliação médica. Sinais como febre persistente, chiado, dificuldade para respirar ou coloração arroxeada nos lábios demandam atenção imediata.

Na escola, ações preventivas, como a higiene regular dos ambientes, a orientação às crianças para cobrir nariz e boca ao tossir e espirrar, além do monitoramento de sintomas durante a rotina, são essenciais. A colaboração entre pais e escola garante maior proteção às crianças, contribuindo para o controle e redução de doenças respiratórias nesta temporada.


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