A Fundação Casa de Rui Barbosa colaborou ativamente com as investigações que culminaram na prisão de Laéssio Rodrigues de Oliveira, acusado de furtar obras raras, livros históricos e documentos de alto valor patrimonial de instituições culturais brasileiras. O caso teve início após uma tentativa de cooptar um profissional de segurança da fundação para substituir uma peça original de seu acervo por uma réplica, mediante oferta de vantagem indevida.
Ao identificar a manobra, a instituição registrou denúncia criminal, acionou a Polícia Federal e participou diretamente das apurações. Segundo a Fundação, a rápida iniciativa de formalização da denúncia foi fundamental para o desfecho bem-sucedido das investigações, que resultaram na prisão do suspeito. O presidente da entidade destacou a importância da cooperação entre diferentes órgãos, como o Sistema MinC, o Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), a Fundação Biblioteca Nacional (FBN) e a Polícia Federal, para a proteção do patrimônio cultural brasileiro.
Laéssio é conhecido por se passar por pesquisador para acessar acervos raros e hábil na prática de furtos em instituições como a Biblioteca Nacional, o Museu Nacional de Belas Artes, o Arquivo Nacional e a Fundação Oswaldo Cruz, além de bibliotecas universitárias e coleções privadas dispersas pelo país.
A atuação da Fundação reforça a relevância de políticas públicas voltadas à preservação, segurança e proteção do acervo cultural e histórico do país. A instituição destaca que o episódio evidencia a necessidade de ampliar continuamente os esforços de fortalecimento dessas políticas, especialmente para garantir a integridade de patrimônios de valor científico, histórico e cultural.
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