Até 1995, uma grande tamarineira marcava a paisagem do bairro de São Cristóvão, situada na Avenida do Exército, onde se estendia no centro da via, dividindo os sentidos de trânsito.
A árvore resistente permaneceu de pé por décadas, sobrevivendo às transformações urbanas da região após a ampliação do entorno da Quinta da Boa Vista, marcada por mudanças na configuração do bairro. Mesmo com o avanço da urbanização, a tamarineira manteve-se como um ponto de referência na área.
Plantada na década de 1980, a árvore foi destruída em 1995 após uma tempestade que a atingiu com um raio. Restaram, na memória dos moradores, os frutos e a presença da tamarineira que chamava atenção na avenida.
Atualmente, a urbanização e o crescimento da cidade marginalizaram a preservação de árvores em áreas periféricas, o que reforça a percepção de que o respeito às árvores tradicionais, como essa, diminuiu ao longo do tempo. A história da tamarineira permanece viva na lembrança dos habitantes locais, que lembram o símbolo de resistência que ela representou na cidade.
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