Em junho de 2022, Juliana Marins, de 26 anos, morreu após uma queda durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia. Um ano após o ocorrido, seus familiares de Niterói compartilharam reflexões sobre a dor da perda, por meio de publicações em redes sociais.
Juliana morreu enquanto explorava um conhecido destino turístico na Indonésia, o que desencadeou uma operação de resgate que durou vários dias. Sua localização foi confirmada em 24 de junho, após ela ter sido encontrada sem vida a aproximadamente 650 metros abaixo do percurso, em região de difícil acesso no vulcão.
O pai de Juliana, Manoel Marins, relatou que junho se tornou um mês carregado de tristeza. Ao ser questionado por um amigo sobre seu modo de lidar com a perda, ele revelou que as lembranças do acidente o assombram até hoje. Segundo Manoel, a memória do acontecimento ressurgiu de forma intensa, transformando-se em uma fonte de sofrimento. Para ele, esse período deixou de ser apenas mais um mês, assumindo uma conotação emocional de peso.
A irmã de Juliana, Mariana Marins, também comentou a respeito da data. Ela destacou que o dia do acidente, coincidindo com o aniversário dela, tornou-se uma ocasião particularmente difícil. Sua declaração reforça como a morte da jovem afetou a rotina emocional da família e demanda um esforço de adaptação ao passar do tempo.
Juliana era natural de Niterói e realizava uma viagem pelo continente asiático. Sua tragédia trouxe profunda comoção e permaneceu na memória familiar, que continua lidando com a saudade e o impacto emocional de uma perda que marcou a trajetória de todos a partir daquele momento.
Acompanhe o Rio Press para mais notícias em tempo real.



