julho 18, 2026
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18/07/2026

Laudo descarta violência sexual e indica asfixia como causa da morte de bebê em Fortaleza

A perícia da Polícia Civil do Ceará determinou que a morte de Helena Almeida, bebê de 10 meses que faleceu após atendimento em um hospital particular de Fortaleza, não ocorreu devido a violência sexual. Os exames indicaram que a causa foi asfixia, descartando qualquer relação com abuso.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará, o laudo sexológico não revelou sinais de violências ou presença de sêmen ou material genético dos dois homens envolvidos. Testes laboratoriais também não identificaram a presença de álcool ou drogas no sangue da criança.

A suspeita de abuso sexual surgiu inicialmente a partir de laudos médicos do hospital, que indicaram lesões compatíveis com violência. Com base nisso, a Polícia Civil autuou duas pessoas por estupro de vulnerável. No entanto, após a análise completa dos laudos e o andamento da investigação, a situação foi revista. A investigação foi reclassificada como homicídio culposo, indicando a ausência de intenção de matar, e o foco passou a ser entender as circunstâncias da asfixia.

Helena morreu na segunda-feira, 13 de julho, após passar mal durante uma confraternização em um apartamento no bairro Dionísio Torres. A mãe da criança inicialmente acreditou que ela estivesse engasgada e buscou atendimento médico, mas ela não resistiu.

Na ocasião, dois homens foram presos em flagrante, e posteriormente tiveram as prisões convertidas em preventivas. As ações iniciais ocorreram com base no relatório médico apresentado antes dos resultados definitivos da perícia. A Polícia Civil continua investigando para esclarecer as circunstâncias da morte e eventual responsabilidade pelos fatos.


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