O Hospital Municipal Dr. Gilson Cantarino, conhecido como Hospital Oceânico, em Piratininga, Niterói, apresentou avanços em sua performance durante visita do prefeito Rodrigo Neves nesta quinta-feira (15). Entre os destaques, estão a realização de aproximadamente 6 mil cirurgias em 2026, além da ampliação da capacidade de atendimento, que agora conta com 80 leitos, incluindo um crescimento expressivo na oferta de cuidados intensivos.
Desde sua inauguração em 2020, pouco após o início da pandemia de Covid-19, a unidade tem sido reconhecida por seu papel na assistência à saúde na cidade. Segundo o prefeito, os números evidenciam melhorias significativas, como o aumento de mais de 50% na quantidade de cirurgias realizadas entre 2024 e 2026, além da eliminação da fila de cirurgias de próstata em Niterói. Uma das estratégias que contribuiu para esse avanço foi a implementação do modelo Fast Track, que reorganizou fluxos assistenciais e elevou a produtividade cirúrgica. Em 2024, o hospital realizou cerca de 4.200 procedimentos ao ano sem necessidade de expansão física, contando com uma estrutura de 60 leitos. Desde então, a capacidade operacional continuou a ser ampliada, especialmente na oferta de cuidados intensivos, que cresceu 344% em três anos.
A secretária municipal de Saúde afirmou que a diversidade de procedimentos atualmente ofertados no Hospital Oceânico reflete o esforço da equipe de profissionais. Entre as cirurgias realizadas estão as oncológicas, gastrointestinais, de cabeça e pescoço, além de procedimentos para tratamento de hérnias, entre outros. Ela reforçou que o hospital permanece dedicado a salvar vidas, mantendo sua vocação iniciada durante a pandemia e destacando o comprometimento da equipe na busca por assistência de qualidade para a população.
Para além dos procedimentos clínicos, o hospital investe em ações voltadas à qualidade, segurança do paciente e inovação tecnológica. Entre as iniciativas estão a obtenção da acreditação internacional Qmentum, a participação em programas vinculados ao PROADI-SUS e projetos de modernização, como o Saúde 4.0 e o Paper Less, voltado à redução do uso de papel na unidade. A continuidade desses esforços deve manter o hospital em um ciclo de melhorias e expansão de suas capacidades.
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