Motoristas em diferentes regiões do Rio de Janeiro enfrentam variações nos valores dos seguros de veículos, com diferenças que podem ultrapassar 90% entre zonas da cidade. Dados recentes indicam que, em fevereiro, a Zona Norte apresentou os índices mais elevados, atingindo 7,8% para o seguro automotivo e 15,6% para seguros de motos. Em contrapartida, a Zona Sul registrou os menores valores, de 4,1% para carros e 11,1% para motos.
De acordo com especialistas, as disparidades refletem o perfil de risco de cada área. Locais com maior incidência de roubos, maior circulação de veículos e densidade urbana mais elevada tendem a apresentar taxas mais altas de seguro. Essas variações também se estendem a outras regiões metropolitanas brasileiras, onde o Rio de Janeiro lidera tanto no índice de seguro de automóveis, com 6,5%, quanto de motos, com 12,1%. São Paulo, Belo Horizonte e Recife seguem na lista, apresentando níveis menores.
Na análise, a Grande São Paulo registra índices de 4,8% (automóveis) e 11,9% (motos); Belo Horizonte mostra 4,4% e 9,0%, enquanto Recife tem 4,3% no seguro de automóveis e 8,6% para motos. A avaliação sugere que fatores urbanos continuam influenciando significativamente o mercado de seguros, com regiões mais expostas a riscos apresentando índices mais elevados.
No panorama nacional, o índice médio de fevereiro ficou em 4,7% para automóveis e 8,7% para motos, indicando uma estabilização dos preços após quedas observadas no segundo semestre do ano passado. Os dados revelam como o contexto urbano afeta diretamente o custo do seguro veicular nas principais cidades do país.
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